10 coisas que fazem o bebê chorar (e a mamãe também!)

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Minha filha mais velha era MUIIIITO CHORONA! Chorava por tudo. Acho que só não chorava quando estava com a boca ocupada (mamando) ou dormindo. Ou então na banheira, onde ela realmente ficava tranquila.

Para nós, pais de primeira viagem, isso causava um desconforto enorme. A gente não podia sair, que éramos “bombardeados” com frases do tipo “tem algo de errado com essa criança”. Procuramos vários pediatras e até uma neuro, mas não foi detectado nenhum problema específico.

Essa fase da choradeira incessante melhorou após um ano (sério mesmo). Depois, ela virou uma mocinha muito bravinha, que chorava pelo menos uma vez por dia, por alguma coisa: pirraça, sono, etc. A fase de “chorar por tudo” melhorou após os quatro anos, quando me lembro de comemorar o primeiro dia em que ela não chorou por alguma coisa!

Nas fotografias de família, as priminhas da mesma idade apareciam quietinhas e a nossa filhota sempre saía na foto com aquele bocão aberto, sendo que dava pra ver a goela!

Se seu filhote também é assim, sugiro que primeiro elimine as possíveis situações de desconforto. Seguem algumas dicas que encontrei nesse ótimo post do blog da Grão de Gente:

DEZ COISAS QUE FAZEM O BEBÊ CHORAR

1 – Estou com fome!

2 – Alerta: fralda suja!

3 – O sono pode fazer o bebê chorar

4 – Estou com frio! Estou com calor!

5 – As temidas cólicas!

6 – Não esqueça de fazer o bebê arrotar

7 – Preciso de colo

8 – Preciso de menos estímulo

9 – Dentinho chegando

10 – Não estou me sentindo bem

O tópico 10 merece ser investigado, se as alternativas anteriores forem descartadas. Era o caso da minha filha. Até hoje não consegui descobrir o que a fazia sentir desconfortável. Só sei que passou (ufa!).

No artigo completo, li que bebês completamente saudáveis são capazes de chorar entre uma e três horas por dia no total, sem que haja nada de anormal. Afinal, como os pequenos não falam, o choro é a forma que o bebê encontra para comunicar as suas necessidades.

Leia aqui o artigo completo, com dicas de uma pediatra e neonatologista!

*Este post foi escrito em parceria com o Blog da Grão de Gente.

 

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Author: Paola Lobo

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