A aventura de passear com trigêmeos

Em outro post, falei sobre a dificuldade em viajar com trigêmeos. Mas, sair de casa para um simples passeio, também é muiiiiito difícil, porque eles estão na fase de correr para todo o lado. Então, como fazemos? Simplesmente  não fazemos. Ficamos em casa. Sério mesmo!

Pode parecer pecado, mas não é. Para a segurança da turma, é necessário ter um terceiro adulto para olhar a terceira criança em locais públicos. Não posso colocar essa responsabilidade nas costas da filhota mais velha, apesar de ela ajudar muito. Também não cabe no orçamento pagar uma pessoa só para passear. E não gosto de abusar da vontade dos amigos – que têm a maior boa vontade – mas também têm seus filhotes para olhar!

Então, a melhor alternativa são os programas caseiros. Ficamos em casa e os amigos vêm nos visitar. Também não visitamos ninguém porque os amores da mamãe estão na fase de destruir a casa alheia! Ninguém tem a obrigação de possuir telas, protetores de tomada e portõezinhos por toda parte, né?

Outro dia, fiquei com uma peninha deles, pois foram tomar vacina e ficaram enlouquecidos só pelo fato de saírem de casa. Ô dó… Então resolvemos levá-los à pracinha só nós. Para isso, contei com a ajuda das mochilinhas que parecem coleiras. Sim, eu sei que é esquisito. Sei que pareço uma passeadora de cachorrinhos com seus poodles enlouquecidos na terra dos carteiros. Mas esse foi o único jeito. Prefiro ser esquisita e zelosa.

 O resultado foi esse! A turma enlouquecida quase arrastando a mamãe!

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Impactante essa imagem, né? Você aí, da turma do “ainda-bem-que-não-é-comigo”, riu e se assustou ao mesmo tempo? Eu também tenho vontade de rir e de chorar! Mas, fiquem tranquilos, pois eu consegui “soltá-los” numa área cercada da praça, viu? Muito bom ver a felicidade deles.

Mas vejam só como seria perigoso sair sem as coleirinhas… Um deles, que ainda estava sem a mochilinha, se soltou e saiu correndo.

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Tá rindo, né? Então, enquanto eles ainda não tiverem noção do perigo, sairei somente para lugares bem próximos, devidamente caracterizada como passeadora de cãezinhos. Se não passar nenhum carteiro, estou no lucro!

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Author: Paola Lobo

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47 Comments

  1. Cristiani Maia Ramos,já te marquei nesse blog?Se ainda não… Vale a pena conferir!Você vai se divertir com as histórias da Paola Lobo!Bj

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  2. São muito fofos, mas é assim mesmo, eu tenho um com 15 meses e já é uma loucura sair em público, ir ao shopping ou a uma praça agora imagina 3, toda atenção é pouco kkkkk

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  3. Amiguinha se eu tivesse um já andaria na coleirinha, apesar de todas as opiniões contrárias. Antes zelo do que a teoria de que com criança não se pode nem piscar. Sou totalmente a favor de qq método que possa manter a criança ao lado dos pais.

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  4. Amiga! Vc está super apoiada. Eu quando só tinha a Mari, adquirir uma dessas “mochilas guia”. E não me arrependo! Ela era apontada na rua. Algumas pessoas “latiam”, (brincadeira sem graça) como se ela fosse cachorrinho.
    Mas eu não estava nem aí! Prefiro ser zelosa do que ter a foto da minha filha no site de desaparecidos!!!
    E, super te entendo quando diz que não consegue sair de casa é punk mesmo! Tem que ter um adulto para cada criança! E tem que ser um adulto experiente! Porque quem não tem jeito com criança acaba como bobo correndo atrás e perdendo a criança! Kkkkkkkk
    Ah! Vou postar na minha página a foto de uma pulseira que eu desenvolvi, servirá para quando eles forem um pouco maiores!

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  5. Os meus tem diferença de 1 ano e 9 meses entre eles e eu tive que usar durante um período em que a mais nova já andava e o mais velho ainda não tinha “juízo”. Tb prefiro as ‘brincadeiras’ sobre cachorro do que perder um deles. Hoje já consigo sair com os dois normalmente, mas não gosto de ir para lugares abertos e movimentados sozinha com eles. Ainda tenho medo de cada um correr para um lado.

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  6. tenho vontade de faser con meus neto queando saio com eles devia ter pr compra fas bem esta apoiada

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  7. GENTE! Coleirinha é o que há de mais segurança pros pequenos! Minha mãe, com 4 filhos, já usava isso! E ela conta que “no estrangeiro ” é super comum! Melhor isso do que perder a criança pra tráfico de pessoas! Deixa um desses eco-malas virem falar comigo qnd me virem com uma!

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  8. Te entendo super.. não sei se a diferença entre a mais velha e o mais novo ser de sete anos me fez perder a prática. .mas ele é muito louco mesmo.. quase não saio também. .estou cansada de ser marcada em post com fotos de crianças demoníacas destruindo a casa com o título. .Te lembra alguém? ??..kkkk.. só saio de coleira.. não estou nem aí. .não posso colocar ele nem na varanda.. moro no décimo sétimo andar.. já jogou celular.. (meu: ()..chupetas diversas.. canetas.. chaves.. enfim.. um perigo para a sociedade. .Hahahaha

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  9. Se sair c um só já é difícil, imagina c 3. Meu bb ainda n anda e qdo andar q for a local q tenha mta gente, e aberto, ou fechado estilo shopping, usarei coleira sim.

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  10. sempre reclamo com meu esposo q quase nunca saimos,,,, mas qdo saio com os meus tres,volto tao cansada,q é melhor ficar em casa mesmo!!!

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  11. Bom dia querida Paola.

    Mais uma vez precisei me controlar para não parecer a “louca” rindo sozinha na frente do computador.
    Sendo extremamente sincera, a primeira vez que vi uma mãe com essas “coleirinhas” achei um absurdo ” Nossa, que mãe estranha e má, quem ela pensa que está levando para passear? Seu cachorrinho? Deus me livre fazer isso com meu filho, onde já se viu, uma mãe fazer isso com uma criança, Nossa que absurdo, inaceitável, horrível, mãe desnatura, monstro, só falta ela mandar o filho rolar, se fingir de morto, saltar…”.
    Como Deus nos ensina da melhor forma (Nos faz pagar a língua e nos ensina na prática…), um belo dia fui passear com meu afilhado no shopping, eu, meu noivo e meu lindo afilhado passeando para lá e para cá, eu me achando com o filho dos “outros”, resolvemos “almoçar” no Mc Donalds, como o shopping estava lotado, pedi para meu gentil noivo achar um lugar para nós três sentarmos, claro que eu, levaria meu afilhado na fila (Afinal de contas, quando não somos mães e temos a linda oportunidade de passear com um bebê(Tá bom, ele tinha uns quatro ou cinco anos, mas para mim era bebê) que amamos, queremos mostrar para todo mundo, mostrar como se eu fosse a mãe… (óbvio), toda feliz, pedi para ele escolher o brinquedo, paguei, peguei nosso almoço e fomos para mesa, passei entre as mesas como se eu estivesse flutuando, como uma sensação bem diferente, mas nessa hora (com todo aquele barulho, crianças chorando e correndo para lá e para cá)cai como se tivesse subido um muro de três metros e voltei para a realidade, quando cheguei à mesa… Meu noivo vira para mim e pergunta: – Amor, cadê o Christian? MEU DEUS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! esqueci o garoto em algum lugar… Larguei a bandeja na mesa e entrei em desespero, Meu Deus, cadê o menino, Senhor como pude esquecer uma criança, Meus deus por favor me mostre onde ele está, Senhor me ajuda, ele é apenas um bebê e eu sou a irresponsável, ele não tem culpa, ele deve estar desesperado…
    Meu noivo rapidamente se levantou e me ajudou a procurar, apenas com o olhar (ele tem 1,90 de altura)ele vasculhou a praça de alimentação, enquanto meus olhos enchiam de lágrimas e meu coração batia mais rápido que batedeira… Respirei fundo e comecei a prestar atenção nos vários choros para ver se eu identificava o som dele…Resolvi então sair correndo para ver se o encontrava enquanto meu noivo ficava parado na esperança do Chris ver o padrinho poste esperando por ele.
    Depois de uns cinco eternos minutos, escutei um choro muito familiar, quando olho para o lado vejo o meu pobre bebê, vermelho e chorando horrores, andei calmamente até ele, peguei o bichinho no colo e disse: – Meu amor, a madrinha está aqui, estava te vendo da mesa, você não ouviu a madrinha te chamando? (claro que não poderia admitir para aquele povo todo que me olhava que tinha esquecido o menino).
    Quando chegamos na nossa mesa, falei para o meu noivo: – Acho melhor comprar a coleirinha para passearmos com o Chris da próxima vez.
    Lembrei da “mãe má” na mesma hora, aprendi com isso: Nunca mais julgar as mães “estranhas”…

    Beijos.

    Maíra

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    • Maíra, de arrepiar a sua história! Enlouquecedor mesmooooo! Eu tb achava estranho demais, mas agora nem ligo…rs Grande beijo!

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  12. Criar filho é muito fácil. É o que pensa todo mundo. Até nascer o primeiro filho!
    Sem falar que as crianças são diferentes… Vitor, meu mais novo, é super grudado. Nunca foi de correr ensandecido, diferente do mais velho, Daniel, para quem só não comprei a mochilinha porque, na época, nunca encontrei… Boa sorte, lindona! Beijos

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  13. Sou super a favor dessas coleirinhas para qualquer numero de filhos no passeio! O bb fica livre mas controlado, e a mamãe tranquila sem ter o braço doento 😉

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  14. É muito difícil sair só um pai com todos os filhos por isso quando é para sair tem que ser os 2 e mesmo assim é difícil não param

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  15. Obrigada pelas mensagens, pessoal! Li cada uma com o maior carinho! Só não sei onde comprar, pois ganhei de presente da titia deles, que trouxe de uma viagem ao exterior. Mas essas coleirinhas são a melhor coisa do mundo!

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  16. Daqui a pouco VC não precisará mais da “coleirinha”…. Os meus já não usam mais…seguramos naas mãozinhas com bastante firmeza e vamos que vamos!!!

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  17. A imagem é impactante, mas eu apoio totalmente sua decisão. Eu não saio sozinha com os dois ainda, pois Matheus ainda é pequenininho e demanda muita atenção também. Imagina um querendo brincar em cada canto da pracinha. É tenso!

    Beijos e bons passeios. Pode deixar que vou te visitar. 🙂

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    • Obaaaa! Vou adorar sua visita!

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